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O ACORDEON DIGITAL SE APRIMORA?

Tenho estudado atentamente o material que me chega sobre o acordeon digital.
Boa parte dos vídeos, gravações e de mídias de marketing apresentam o instrumento nas suas possibilidades orquestrais.
Alguém menos avisado poderia até pensar que essa modalidade de acordeon tem a única pretensão de “imitar” outros instrumentos.
Não vejo assim, apesar de ele ter, realmente, a adição de muitos sons orquestrais e de percussão.
O acordeon nunca deixará de ser o nosso tradicional e amoroso meio de comunicação musical.
Quando as facilidades digitais aconteceram nele, houve uma soma de recursos, não substituição.
Graças aos dons da eletrônica, é possível, em um único instrumento, produzir sonoridades de diversos timbres de acordeon.
Ter um som de musette, de jazz, da fisarmonica italiana antiga, da concertina portuguesa, da empolgante afinação alemã de polka e outras dezenas de modalidades, isso tudo são ferramentas encantadoras para todos nós.
Aqui no Brasil os acordeonistas não reprovaram a novidade, hoje produzida mundialmente, por diversos fabricantes.
Adeus à microfonia.
Permissão de gravar as performances e de interagir com outros aparelhos (módulos rítmicos, mesa de som, pedais de efeito, controladores e instrumentos complementares etc.).
Possibilidade de montar seus próprios programas sonoros.
Atualizações de “softwares”.
Fidelidade e leveza.
Para não citar outros benefícios.
Porém, bem pouco tenho visto em acordeon digital a utilização do “free bass”, disponível em cinco tipologias, na maioria dos modelos.
É certo que aqui no Brasil o acordeon stradella é o mais conhecido e ele satisfaz muitas das necessidades.
Porém, o sistema de baixo solto (“free bass”) abre para nós um portal imenso de repertório, já que as oitavas dos baixos são ampliadas pela sua estrutura própria e ainda mais, com o uso dos registros.
A soma dos recursos do Acordeon digital é tamanha que não fica difícil alcançar os 96 sons do grande órgão, superando o piano-forte de 88 teclas. E a indústria poderá ampliar isso.
Convido os acordeonistas a experimentar os baixos soltos.
O sistema “bayan” (russo) é o mais usado, embora os outros quatro disponíveis também devam ser avaliados.
Relatem suas experiências.

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BUGARI EWO EM AÇÃO

É o mesmo projeto interno da Roland FR8X.

Mas, o Ewo tem diferentes recursos de fole porque não há um motor.

O aftertouch com vozes de orquestra é feito com a barra mestra.

O slot USB está na parte de trás novamente.

O leitor de áudio só lê wav-files, não mp3s.

Mas, há detalhes interessantes na parte de ritmo interno.

Observe o video.

 

ROLAND FR4X – USO DE CABEAMENTO

Este interessante trabalho mostra uma forma de manuseio dos cabos para o acordeon digital, com realce para o novo FR4X.

ROLAND FR-4x

Anunciado oficialmente pela Roland seu novo modelo de V.Accordion, o FR-4X.
É baseado na plataforma do FR-8X, com peso físico menor e modernos recursos.
Confira a reportagem completa.

MARIO MUSCHI e FR7X com BK7-M

106. Uma alegria ver novamente nosso colega acordeonista Mario Muschi com seu FR7X. Sua emoção ao executar “Let Me Call You Sweetheart” compartilha os sentimentos dessa suave melodia. Ele soma ao acordeon os recursos do módulo BK7-M, também da Roland. O simples e belo, no conjunto da arte musical. Aprecie e comente aqui.

SERGIU POPA e a FR8X

104. Com o acordeon Roland FR8X, Sergiu Popa nos apresenta o “Balkan Tunes”.
O modelo é “Dallapé”, cujo acabamento é mais refinado.
Esse modelo contém as lendárias vozes do instrumento acústico que tipificou a marca.
Outros vídeos completam em sequencia esse trabalho de Popa.
Vale a pena ver.
Comente aqui.

STEVE GORDON e o FR7X

103. STEVE GORDON apresenta a “Rhapsody in Blue”, em arranjo de Galla-Rini.
Suas preferências de sonoridade buscam revelar as possibilidades orquestrais do FR7X.
Ele utiliza bem a ferramenta de dividir o teclado para sons orquestrais diferentes.
Da mesma forma, os grupos “dual” do instrumento.
Aprecie e comente aqui.

MIGALHAS DE AMOR – Jacob do Bandolim

102. Fiz este arranjo de “Migalhas de Amor” para acordeon e violão de 7 cordas.
O arranjo foi dedicado ao musicista Gino di Rosa.
O teclado do Acordeon é fiel à melodia original.
Os baixos sustentam os acordes, aproveitando os contrabaixos mais próximos à intenção da música.
O violão, sempre muito livre, acrescenta temas que vão navegando ao lado dos originais.
Jacob do Bandolim compos este chorinho em maio de 1952.
Meu estudo em Sol Menor mostrou um tema delicado.
A música passeia por sonoridades multifacetais, com harmonias muito soberanas.
Jacob teria dito que suas composições eram “destinadas mais a músicos”.
Neste caso, o chorinho é mesmo refinado.
Mas, por isso mesmo, traduz bem a criatividade musical brasileira.
Fiz esta gravação sem edição de áudio, atendendo pedidos de apreciadores que gostariam de ouvir o som de acordeon do Roland FR7x.
Experimente o arranjo e comente aqui.

Partitura de Migalhas de Amor
Migalhas de Amor para Acordeon e Violão 7 Cordas

FR8X e PEDAL DO FR7X – LINDA HERMAN

101. LINDA HERMAN mostra a interação entre o Acordeon Roland FR8X, o Módulo Roland BK7-M e o Pedal do Acordeon Roland FR7X.
Forma-se assim uma orquestra completa com apenas um músico.
A maleabilidade do acordeon faz o swing da música, aproximando a onda eletrônica da sonoridade natural.
Confira e comente.

MICHAEL MAJSTOROVIC e FR8X

100. Utilizando um Acordeon Roland FR8X, Michael Majstorovic apresenta uma variação de “Carnaval de Veneza“.
É um trabalho bem exótico.
As respostas do instrumento mostram que a Roland vem conseguindo traduzir com qualidade singular o som acústico do Acordeon.
Alguns efeitos do FR8X produzem uma agradável modulação sonora, realçando a técnica do intérprete.
Compare e comente.