Arquivo para abril \30\UTC 2013

7º FESTIVAL DE ARTE DE ACORDEON EM PINETO (ITÁLIA)

Recebi da Itália a notícia do próximo Festival de Arte de Acordeon, o sétimo, em Pineto, Itália.
Às margens do Mar Adriático, Pineto está próximo de Ancona e Castelfidardo, na Província de Teramo.
O evento ocorrerá nos dias 15 e 16 do próximo mês de junho.
No regulamento se inclui o Acordeon Eletrônico.
Segundo se lê na alínea “g”, é possível participar utilizando recursos MIDI.
Assim está escrito:
“g) For the section ELECTRONIC ACCORDION it’s possible to use reedless accordions and
MIDI applications. There is no limit of musical genres and you can use pre-recorded
accompaniment. The jury will take into account the original ‘proposal, the use of electronic
equipment as well as the skill of the soloist”.

Considero este fato mais um grande avanço para o Acordeon Digital.
Até porque o quesito “originalidade” será examinado.
Veja mais informações na página do Festival:

http://www.accordionartfestival.com/aaf/index.php/en/

/home/marcos/Downloads/Província de Teramo (Itália).png

file:///home/marcos/Downloads/Cidade%20de%20Pineto.jpg

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GURI

Esta linda composição de João Batista Machado e Júlio Machado da Silva Neto foi a vencedora do Festival Califórnia de Música Nativa de 1983, em Uruguaiana (RS), na interpretação de César Passarinho.
Neste ensaio, que dedico a meu amado filho CÁSSIO FRANCISCO DE CANHETE, experimento o FR7X com BK7-M, fazendo acordes simples para acompanhamento de voz.
É sempre emocionante vivenciar as recordações mais ternas de nossa infância.
Não são poucos os sábios que nos solicitam o cultivo de nossa criança interior como uma poderosa forma de superar as dificuldades da vida.
Seria este um dos caminhos mais indicados para não sucumbir nas tristezas.
De fato, é possível que as adversidades não sejam maiores que as vitórias.
Esta canção traz a idéia dos bons sentimentos semeados nas famílias que se alimentam do amor.
Bom seria que essa fosse a totalidade dos modelos.
Esforcemo-nos para engrossar o grupo dos que almejam essa condição e dos que tentam auxiliar seus parceiros nos momentos menos favoráveis, sempre deixando nossa meninice querida sobreviver na mágica do futuro.

JUN-ICHI MIKI assume a Presidência da Roland Corporation

Jun-ichi Miki

O anúncio foi feito no último dia 01 de abril, segundo o site da Roland (http://roland.com.br/news/show/346).
O Engenheiro Jun-ichi Miki assumiu o comando da empresa, depois de atuar em diversas áreas de desenvolvimento de produtos.
Ele chegou ao grupo em 1977, como colaborador do Departamento de Produção das máquinas de ritmo e eco de fita.
Seu trabalho nesse início se deu na fábrica da Roland Japão, em Osaka.
Segundo a Roland, o conhecimento desse Engenheiro foi fundamental para o desenvolvimento de diversos produtos, como os sintetizadores XP e JV, as placas de expansão SRX e os pianos digitais HP-2700, FP-8, o cravo digital C-30 e, mais recentemente, o V-Combo VR-09.
Em 1994, Jun-ichi Miki passou a fazer parte do Conselho Diretor da Roland Corporation.
Desde então, tem liderado o desenvolvimento de produtos da empresa.
Hidekazu Tanaka, que foi presidente e CEO da Roland Corporation desde 2005, passa agora a Conselheiro Corporativo.
O compromisso de Jun-ichi Miki é de dar continuidade ao desenvolvimento de produtos inovadores e que atendam aos anseios dos consumidores.
Apresento ao Sr. Jun-ichi Miki meus cumprimentos pelo seu trabalho e histórico de vida.
Desejo que a Roland atenda as reivindicações dos músicos brasileiros para aperfeiçoamento de seus instrumentos.
Especialmente, aquelas que já apresentei por documento oficial à Roland do Brasil, relativamente ao FR7X e ao BK7-M.

CAÇULINHA COM DOMINGUINHOS

76. Valioso recordar este Programa, da série “Milagre de Santa Luzia”.
A grandiosidade dos dois músicos modula o tom.

PROF. TADEU MAIA E A FR7X

75. É um prazer aplaudir o contato do Prof. Tadeu Maia, de São Paulo, com a FR7X.
Nota-se como ele vai extraindo do instrumento a suavidade que almejamos no Acordeon.
E os dois são muito bons para isso.
Quando a sensibilidade do fole é dominada, graças à sua dinâmica expressiva e ajustável, o instrumento deixa de “gritar”.
Sem qualquer esforço, podem ser produzidos sons firmes, porém delicados.
A arte do compositor é revelada. O “plus” do intérprete, valorizado.
Tenho trabalhado bastante isso nos meus estudos: fazer o instrumento cantar, não gritar, ser firme, não exasperar.
Sem embargo da técnica do músico, as regulagens eletrônicas auxiliam muito no resultado final da apresentação.
Vejam esta e outras performances sequenciais.